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Jornalista vai para hospital e é atendida por irmã desconhecida.
06/04/2022 14:56 em Novidades

Uma coincidência que mais parece história de filme!

A jornalista cearenseMarina Alves enfrenta um linfoma desde agosto do ano passado e, por isso, faz visitas recorrentes a um hospital de Fortaleza. E foi em um desses atendimentos que ela conheceu a técnica de enfermagem Lumara Sousa, que já a acompanhava pelas redes sociais e tinha demonstrado apoio ao estado de saúde da jornalista. O que a Marina e a Lumara não sabiam, na verdade, é que elas eram irmãs biológicas, separadas há 30 anos.

Antes mesmo de saber que eram irmãs, Lumara conta que sempre comentaram sobre a semelhança física que ela tinha com a jornalista. Nada é por acaso, ninguém é colocado na vida de outra pessoa, por acaso, principalmente em um momento desses. Sobre a descoberta, no entanto, a jornalista preferiu não falar os detalhes. Segundo ela, a história envolveria outras pessoas que não devem ser expostas.  As duas descobriram que eram irmãs durante a campanha que Marina fez para encontrar um doador de medula óssea compatível. O transplante de medula foi indicado para a jornalista devido ao tipo e o grau do linfoma que ela enfrenta. Então, Marina utilizou as redes sociais para fazer um apelo: ela precisava que o máximo de pessoas realizassem o teste de compatibilidade no Fujisan, o banco de sangues da capital cearense. Lumara foi uma das pessoas que foram até o local doar sangue para Marina e realizar o teste. E o resultado positivo surpreendeu ao revelar que havia um grau de parentesco entre as duas. A novidade pegou as duas de surpresa, mas também renovou a fé de Marina, que estava abalada e desesperançosa em encontrar um doador compatível, pois, até então, acreditava ser filha única. Marina se internou para realizar tratamentos e exames pré-cirúrgicos.

“Apesar do tempo perdido a gente tem ficado bem próximas nesses dias, se falando obviamente mais por telefone, pelas redes sociais, porque como eu estou em tratamento preciso ter um cuidado maior. Mas assim, a gente já vem construindo uma relação bacana, bem forte, principalmente com a doação”, conta Marina.

 “Já disse para a Marina que ela mora no meu coração e eu no dela. A minha família já é dela também. O que estou fazendo, faria tudo novamente por ela, se fosse preciso. É amor de irmãs! Apesar da gente não ter tido um convívio durante todos esses anos, mas não há nada que daqui para frente a gente não recupere. E se Deus preparou esse momento agora, é que nós temos que viver o agora, e não esses 30 anos que passaram”, finaliza Lumara. Segundo o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), no Brasil, mais de 850 pessoas esperam por transplante.

 Fonte:

https://www.sonoticiaboa.com.br/2022/04/03/jornalista-hospital-atendida-irma-desconhecida

 

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